Nutricionista materno-infantil Lúcia Silveira Faccini

Acompanhamento nutricional especializado em introdução alimentar e alergia alimentar

“Gratidão para a pessoa que trouxe luz ao meu puerpério, que me devolveu a paz e a possibilidade de comer bem novamente.”

Bruna Cecchinel
Funcionária Pública

Nutricionista Lucia Silveira no consultorioLucia Silveira no consultorio

Meu propósito é atuar na formação e correção dos hábitos alimentares, para ver mães e pais mais tranquilos e filhos mais saudáveis.

Alergia
Alimentar

  • Orientação alimentar infantil ou da mãe que amamenta.
  • Aos bebês já desmamados, substituição da fórmula adequada ao tipo de alergia.
  • Adequação nutricional da dieta de restrição.

Introdução
Alimentar

  • Orientação e acompanhamento da alimentação complementar a partir do sexto mês.
  • Planejamento alimentar conforme método escolhido pela família (participativa ou BLW).

Gestação e
Amamentação

  • Acompanhamento trimestral da gestante.
  • Avaliação e orientação nutricional e suplementação, quando for necessário.
  • Orientação nutricional durante a amamentação.
Nutricionista Lucia Silveira amamentando

Após meu filho ser diagnosticado com APLV decidi me especializar em alergia alimentar 

Atuo na nutrição desde 2005, quando concluí minha graduação. E embora a maioria do tempo trabalhado em hospitais e clínicas, foi na nutrição materno infantil que me identifiquei e passei a focar meus estudos.
Mais tarde, após uma gestação saudável, sem intercorrências e nascimento do meu filho, recebemos o diagnóstico de alergia alimentar.
E embora estando em aleitamento exclusivo e mamando bem, antes de chegar ao diagnóstico correto, o que eu unicamente ouvia dos pediatras era que a causa do baixo ganho de peso era o meu leite e que a resolução de todos os problemas seria complementar e posteriormente, desmamar. Talvez se não fosse minha profissão, não teria conseguido amamentá-lo até os 3 anos, diante de tanto desestímulo.

O ano era 2015 e mesmo com tantos estudos de peso conferindo ao leite materno inúmeros benefícios e vivendo no País que mais estuda e promove o aleitamento, vivi na pele a dificuldade que é na prática conseguir amamentar e ter apoio profissional.
A segunda dificuldade foi encontrar um profissional que me ouvisse, além de prescrever! E isso me fez parar e repensar também a minha forma de atender, principalmente as famílias e me motivar a estudar mais os processos alérgicos e dividir as experiências. 

A graduação, todos os cursos, seminários e pós graduação são importantíssimos para que se saiba orientar as questões técnicas, no entanto, ouvir o relato de cada mãe, de cada pai e escutar sem julgamentos, o que cada um carrega consigo de informação a respeito de cada criança ou cada gestação, faz toda a diferença num atendimento capaz de ajudar e tratar.

 

É gratificante ajudar mães e pais responsáveis, preocupados
com a saúde alimentar de seus filhos

Profissional incrível, nos ajudou na introdução alimentar de nossa filha aos 6 meses. Suas orientações foram de grande importância, e ainda nos deu muita atenção nesse início tão desafiador. Recomendo seu seu trabalho à todas que buscam uma profissional comprometida, séria e atenciosa.

Talita Benite

Empresária

Excelente, super atualizada, é uma Nutricionista por vocação, ama o que faz e cuida de seus pacientes como se estivesse cuidando de seu filho. Super dedicada para passar seu melhor conhecimento e ajudar a quem precisa.

Clarice Duarte

Fiscal da saúde

Maravilhosa! Atenciosa, tem muita empatia pela família e o mais importante, tem muito conhecimento, sabe orientar muito bem a família passo a passo e acompanha todo o processo necessário!

Aline Fernandes da Rosa

Enfermeira

Não deve se lembrar mas eu consultei com você em 2017 pois estava extremamente magra e precisava engordar. Todos me dizendo para parar de amamentar e você me disse que não precisava parar. Seguimos uma dieta hipercalórica e deu tudo certo!

Cintia Martins

Dentista

A Lúcia é muito atenciosa e excelente profissional! Os atendimentos foram super esclarecedores e me auxiliaram muito.

Fernanda Leivas Faillace

Advogada

São tantas coisas que a gente passa nessa fase tão difícil que só alguém como a Lúcia para nos abraçar e acalentar nosso coração. Essa nutri te puxa uma cadeira, te convida pra sentar, te traz uma cobertinha, um cafezinho, te deixa à vontade, te ouve, te entende, não julga.

Gratidão para a pessoa que trouxe luz ao meu puerpério, que me devolveu a paz e a possibilidade de comer bem novamente. Continue sempre assim!!!!!

Bruna Cecchinel

Funcionária Pública

Viu só, você não está sozinha! Deixe também o seu comentário e ajude outras mães a se identificarem e sentiram acolhidas.

Ensino mães, pais e cuidadores com oficinas, palestras, cursos e workshops

 

Realização de oficinas, palestras, cursos e workshops sobre amamentação, introdução alimentar, alergia alimentar e outros assuntos correlacionados à alimentação.
 
Sempre voltado para pais, mães e cuidadores que querem ter maior conhecimento sobre alimentação e se preocupam com seus bebês e crianças.
Palestra na Semana Academica de Nutricao - Nutricionista Lucia Silveira Faccini

Ensino mães, pais e cuidadores com oficinas, palestras, cursos e workshops

Palestra na Semana Academica de Nutricao - Nutricionista Lucia Silveira Faccini

Realização de oficinas, palestras, cursos e workshops sobre amamentação, introdução alimentar, alergia alimentar e outros assuntos correlacionados à alimentação.

Sempre voltado para pais, mães e cuidadores que querem ter maior conhecimento sobre alimentação e se preocupam com seus bebês e crianças.

Você sabia?

No mundo inteiro, 5 a cada 6 crianças de até 2 anos não recebem a alimentação adequada para o desenvolvimento cerebral.

Projeto Social

Alergia Alimentar Floripa

O Alergia Alimentar Floripa surgiu a partir da necessidade de levar a tona as inúmeras dificuldades encontradas por quem hoje precisa de uma dieta restrita na nossa região.

Dificuldades essas que vão desde encontrar informações embasadas, profissionais capacitados, locais e produtos seguros para alimentação fora de casa e, principalmente, a carência de ações de inclusão socio-alimentar destas pessoas.

Por termos experienciado todas as dificuldades acima citadas e sentido um chamado para dar voz às demais famílias que se encontram nesse terreno ainda pouco explorado, criamos o Alergia Alimentar Floripa e esperamos através de rodas de conversa, palestras e demais ações públicas conscientizar a população sobre as restrições alimentares.

Segundo dados da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, cerca de 30% da população sofre com algum tipo de alergia, sendo 20% crianças. Já as alergias alimentares atingem 5% da população.

Gestação

Os últimos estudos mostram que é necessário se preocupar com a nutrição da mãe (e também do pai) no período pré-gestacional, pelo menos 6 meses antes da concepção.

Durante a gestação, essa necessidade é ainda maior, a nutrição fará parte do pré-natal, com uma consulta nutricional a cada trimestre, ajustando dieta, suplementando vitaminas e outros nutrientes, se necessário.

Amamentação

O pós parto é um período onde a mãe tem um gasto energético intenso.

Somado a noites, na maioria das vezes, mal dormidas e alimentação em descuido ou cheia de mitos acerca do que deve ou não ser consumido, pode piorar e agravar o estado nutricional da mãe, diminuindo o sucesso da amamentação.

Alergia Alimentar

O tratamento para a alergia alimentar é excluir o alérgeno da dieta. Se a criança ainda for amamentada e reagir via leite materno, a mãe também faz a dieta.

O leite materno segue sendo o principal alimento para todos os bebês, alérgicos ou não. Porém, havendo necessidade de restringir algum alimento da dieta, ou vários, no caso dos alérgicos múltiplos é fundamental ter acompanhamento de nutricionista para assegurar o estado nutricional da criança e/ou da mãe durante a amamentação, na introdução alimentar da criança e nas fases de reintrodução dos alimentos para testar futura tolerância.

Introdução Alimentar

Alimentação complementar (ou introdução alimentar) é feita a partir do sexto mês de vida e nesta consulta a família recebe orientação a prtir dos métodos BLW e Participativa (forma tradicional atualizada).

Na consulta conheço o histórico da criança, escuto as principais dúvidas dos pais, conversamos sobre como será feita e por quais alimentos inciaremos e por fim, a família recebe um material de apoio em pdf ou impresso.

Preocupação com a SAÚDE ALIMENTAR do seu filho?

Dúvidas são normais, todos temos!

E as que mais ouço são…

Quais alimentos mais causam alergia alimentar?

Embora qualquer alimento possa desencadear alergia, leite, soja, trigo e ovos são os mais frequentes no contexto de alergia alimentar nos primeiros anos da infância.

Se pensarmos em alergias ao longo da vida, inclui-se também à essa lista, peixes, crustáceos, amendoim, oleaginosas.
Ultimamente, temos visto na prática clínica, o milho, como alimento bastante presente nos casos de reação alérgica.

Alergia alimentar e APLV tem cura?

A maioria dos casos de alergia diagnosticadas na infância, tem cura (ou tolerância, como deve ser chamada). Grande parte dos bebês irá obter tolerância durante os primeiros dois anos de vida.

Alguns casos passarão desta fase e alguns permanecerão alérgicos. O alimento envolvido também faz diferença nessa permanência da alergia, como se observa com os crustáceos, oleaginosas e amendoim.

O que é TPO e como fazer?

TPO (Teste de provocação oral) é quando após um período de dieta de restrição, estabelecido pelo médico e o nutricionista, o paciente volta a receber o alimento.

O TPO pode ser de diagnóstico, quando há dúvidas se um alimento está ou não envolvido no processo; ou TPO de tolerância, quando após o diagnóstico já feito e um período mais longo de dieta (de 6 a 12 meses) o alimento volta a ser inserido para averiguar se já é ou não tolerado pelo paciente.

Em casos de alergia imediata e mediada, a depender da gravidade da reação, o TPO deve ser feito em ambiente hospitalar, com suporte para eventual risco de vida.
Já os casos de alergia com sintomas tardios e não graves, pode ser feito em ambiente doméstico, sempre orientado pelo profissional que acompanha.

Quando começar a introdução alimentar (I.A)?

A introdução alimentar deve ser feita a partir dos seis meses de vida.
Não há benefícios em antecipar, independente da criança ser alimentada na escola ou em casa, a família deverá aguardar o momento ideal, onde os sistemas digestivo e imunológico já estarão patos a receber outro alimento que não seja o leite.

O sexto mês é indicado a começar a alimentação complementar tanto para bebês que recebem leite materno, quanto aqueles que recebem fórmula. Para prematuros, aguarda-se completar seis meses de idade corrigida.

Meu filho não come, o que fazer?

Existem vários motivos que levam uma criança a não comer. Alguns fisiológicos, ou seja, fazem parte daquela fase e irá passar. Outros, requerem maior atenção dos pais e necessitam ser vistos individualmente, em consulta nutricional.

Algumas vezes há uma disfunção na rotina da criança, a falta de horários e previsibilidade atrapalha a fome, outros casos, há permissividade do adulto em aceitar trocar as refeições principais por leite ou produtos inadequados para a refeição. Outros casos, requer avaliação médica para descartar alguma dor ou outra doença que esteja fazendo a criança associar o comer à dor. Em todos os casos, há sempre como resolver e quanto mais cedo a família buscar ajuda, melhor.

O que é BLW e há risco de engasgar?

BLW (ou baby-led weaning), pode ser traduzido como o desmame guiado pelo bebê. Dessa forma, o bebê tem autonomia para iniciar a sua alimentação complementar da forma que pode, ou seja, com as mãos, sem interferência do adulto nas quantidades oferecidas. O bebê é ativo e guia de forma muito gradual e lenta seu desmame, conduz a velocidade da transição de uma alimentação láctea exclusiva até que esteja efetivamente nutrido pelos alimentos sólidos.

O medo do engasgo é o que mais preocupa quem não conhece o método, no entanto, os cortes são pensados e atextura também é muito bem orientada, de forma a igualar o risco de engasgar a outras formas de alimentação.

Outra confusão há em relação ao reflexo de GAG, que embora pareça um engasgo, é um reflexo protetor na infância, bem presente em bebês que fazem BLW.

O novo normal e a telemedicina

 A pandemia do novo Corona Vírus trouxe a necessidade dos atendimentos médicos serem disponibilizados de forma online e de qualquer parte do planeta.

Com isso, meus atendimentos tornaram-se online, e você poderá fazer a sua consulta através do computador, tablet e até mesmo celular.
Atendimento online para todos os estados do Brasil de forma segura e sem necessidade de deslocamento.
Tire suas dúvidas e agende um horário.